quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Estados de Tempo - 3ª Edição Festival SET 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Estados de Tempo no Porto - festival SET
Olá a todos os seguidores deste blog e do nosso trabalho, neste caso, deste espectáculo, é com um enorme prazer que anunciamos a nossa segunda visita à cidade invicta agendada para dia 7 de Julho de 2010 pelas 15h na black box da ESMAE.
contamos com a vossa presença...ficamos convosco em "Tempo de Espera"
até lá...
quarta-feira, 3 de março de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Estados de Tempo no Porto
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Definição de Tempo segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
tempo
s. m.1. Série ininterrupta e eterna de instantes.
2. Medida arbitrária da duração das coisas.
3. Época determinada.
4. Prazo, demora.
5. Estação, quadra própria.
6. Época (relativamente a certas circunstâncias da vida, ao estado das coisas, aos costumes, às opiniões).
7. Estado da atmosfera.
8. Por ext. Temporal, tormenta.
9. Duração do serviço militar, judicial, docente, etc.
10. A época determinada em que se realizou um facto ou existiu uma personagem.
11. Vagar, ocasião, oportunidade.
12. Gram. Inflexões do verbo que designam com relação à actualidade!atualidade, a época da acção!ação ou do estado.
13. Mús. Cada uma das divisões do compasso.
14. Poét. Diferentes divisões do verso segundo as sílabas e os acentos tónicos.
15. Esgr. Instante preciso do movimento em que se deve efectuar!efetuar uma das suas partes.
16. Geol. Época correspondente à formação de uma determinada camada da crusta terrestre.
17. Mecân. Quantidade do movimento de um corpo ou sistema de corpos medida pelo movimento de outro corpo.
a seu tempo: em ocasião oportuna.
com tempo: com vagar, sem precipitação; antes da hora fixada.
matar o tempo: entreter-se.
perder o tempo: não o aproveitar enquanto é ocasião; trabalhar em vão; não ter bom êxito.
perder tempo: demorar-se.
tempo civil: tempo solar médio adiantado de doze horas. (O tempo civil conta-se de 0 a 24 horas a partir da meia-noite, com mudança de data à meia-noite.)
tempo de antena: duração determinada de emissões de rádio ou de televisão difundidas no quadro da programação.
tempo sideral (num lugar determinado): escala de tempo baseada no ângulo horário do ponto vernal.
tempo solar médio: tempo solar verdadeiro, sem as suas desigualdades seculares e periódicas. (O tempo médio conta-se de 0 a 24 horas a partir do meio-dia.)
tempo solar verdadeiro (num lugar determinado): escala de tempo baseada no ângulo horário do centro do Sol.
tempo universal: tempo civil de Greenwich, em Inglaterra (sigla: T. U.).
tempo universal coordenado: escala de tempo difundida pelos sinais horários (sigla internacional: UTC).
s. m.1. Série ininterrupta e eterna de instantes.
2. Medida arbitrária da duração das coisas.
3. Época determinada.
4. Prazo, demora.
5. Estação, quadra própria.
6. Época (relativamente a certas circunstâncias da vida, ao estado das coisas, aos costumes, às opiniões).
7. Estado da atmosfera.
8. Por ext. Temporal, tormenta.
9. Duração do serviço militar, judicial, docente, etc.
10. A época determinada em que se realizou um facto ou existiu uma personagem.
11. Vagar, ocasião, oportunidade.
12. Gram. Inflexões do verbo que designam com relação à actualidade!atualidade, a época da acção!ação ou do estado.
13. Mús. Cada uma das divisões do compasso.
14. Poét. Diferentes divisões do verso segundo as sílabas e os acentos tónicos.
15. Esgr. Instante preciso do movimento em que se deve efectuar!efetuar uma das suas partes.
16. Geol. Época correspondente à formação de uma determinada camada da crusta terrestre.
17. Mecân. Quantidade do movimento de um corpo ou sistema de corpos medida pelo movimento de outro corpo.
a seu tempo: em ocasião oportuna.
com tempo: com vagar, sem precipitação; antes da hora fixada.
matar o tempo: entreter-se.
perder o tempo: não o aproveitar enquanto é ocasião; trabalhar em vão; não ter bom êxito.
perder tempo: demorar-se.
tempo civil: tempo solar médio adiantado de doze horas. (O tempo civil conta-se de 0 a 24 horas a partir da meia-noite, com mudança de data à meia-noite.)
tempo de antena: duração determinada de emissões de rádio ou de televisão difundidas no quadro da programação.
tempo sideral (num lugar determinado): escala de tempo baseada no ângulo horário do ponto vernal.
tempo solar médio: tempo solar verdadeiro, sem as suas desigualdades seculares e periódicas. (O tempo médio conta-se de 0 a 24 horas a partir do meio-dia.)
tempo solar verdadeiro (num lugar determinado): escala de tempo baseada no ângulo horário do centro do Sol.
tempo universal: tempo civil de Greenwich, em Inglaterra (sigla: T. U.).
tempo universal coordenado: escala de tempo difundida pelos sinais horários (sigla internacional: UTC).
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Manifesto sobre o Tempo por Mafalda Martins
Dias, segundos, horas, décadas, semanas, milénios e minutos. Letras e números que não dizem muito. Porque o tempo não existe! É uma ilusão, um fluir constante, uma sucessão ininterrupta. Não se detém, retarda ou acelera. Cada um joga com o tempo que tem. A intensidade é o nosso único relógio.
O tempo é hoje! O nosso tempo. Um tempo de abundância, de velocidade, de eficácia. Nunca tivemos tanto. Nunca se exigiu tanto. Um tempo de consumo imediato. Descartável e com prazo de validade. Usa-se e deita-se fora como se houvesse muito tempo…. É um tempo com pressa. Sem-muito-tempo, portanto. O futuro é agora.
Tempo para existir. Fomos, somos e seremos. Do tempo nascemos, com ele aprendemos e por ele morremos. Inevitável. Inflexível. Irreversível. É a unidade de registo da história. Uma forma de linguagem. As rugas são as memórias escritas no corpo, as nossas histórias.
Tempo para ser. Somos o que somos… no tempo ou em contratempo.
Porque há um tempo para tudo. Para nascer e para morrer. Para plantar e arrancar o que se plantou. Para chorar, sonhar, rir, dançar, amar e odiar. Tempo de guerra e de paz. Tempo de chuva e de sol. Tempo para partir, mesmo sem saber por onde ir… tempo para deixar rasto.
Tempo para ser alguma coisa. Somos crianças, adultos, velhos, pais e mães, amigos, companheiros, namorados. Trabalhadores, inventores, lutadores, sobreviventes e vencidos. Somos o reflexo uns dos outros. Tudo ou nada. É ténue a linha entre o sucesso e o fracasso. A felicidade é um exercício de trapézio, a arte do equilíbrio.
Tempo para ter. Somos o que temos. Telemóvel, laptop, ipod. Muitos cds, muitos livros. Carro, casa e roupa lavada. Consumo, consumo, consumo. D-i-n-h-e-i-r-o. Sem ele, o tempo não nos vale de nada.
Tempo para saber. Somos o que sabemos. E a sabedoria é o maior tesouro que podemos ter.
Tempo para pensar. Somos o que pensamos… cada vez menos. A autenticidade está em vias de extinção. Mas a criatividade não! Respigar, reciclar, reutilizar são as palavras de ordem do nosso tempo, outras o serão noutro. Mais do que uma realidade, somos uma virtualidade, fruto da emergência de uma sociedade da informação. Somos sempre o link para outra coisa qualquer. E outra, e outra, e outra…
tempo para olhar. Somos aquilo que vemos. Aquilo que mostramos ao mundo e o que retemos dele. Um conjunto de momentos impressos na massa cinzenta colectiva. Orgânica. …ou não? Um chip, uma recordação. Somos uma máquina digital: se saiu mal, apagamos, se ficou bem, arquivamos. Na memória, no cartão, numa parede…
tempo para conhecer. Somos números. Classes, categorias. Classificações. A ciência assim o quis. E a tecnologia permitiu. Um genoma de bites, uma matriz de sentimentos, uma tabela de experiências, uma relação de culturas, um molde de raças, um protótipo de fé. Onde está a verdade? Na verdade… não interessa. Não há tempo! A vida é um improviso.
O tempo é hoje! O nosso tempo. Um tempo de abundância, de velocidade, de eficácia. Nunca tivemos tanto. Nunca se exigiu tanto. Um tempo de consumo imediato. Descartável e com prazo de validade. Usa-se e deita-se fora como se houvesse muito tempo…. É um tempo com pressa. Sem-muito-tempo, portanto. O futuro é agora.
Tempo para existir. Fomos, somos e seremos. Do tempo nascemos, com ele aprendemos e por ele morremos. Inevitável. Inflexível. Irreversível. É a unidade de registo da história. Uma forma de linguagem. As rugas são as memórias escritas no corpo, as nossas histórias.
Tempo para ser. Somos o que somos… no tempo ou em contratempo.
Porque há um tempo para tudo. Para nascer e para morrer. Para plantar e arrancar o que se plantou. Para chorar, sonhar, rir, dançar, amar e odiar. Tempo de guerra e de paz. Tempo de chuva e de sol. Tempo para partir, mesmo sem saber por onde ir… tempo para deixar rasto.
Tempo para ser alguma coisa. Somos crianças, adultos, velhos, pais e mães, amigos, companheiros, namorados. Trabalhadores, inventores, lutadores, sobreviventes e vencidos. Somos o reflexo uns dos outros. Tudo ou nada. É ténue a linha entre o sucesso e o fracasso. A felicidade é um exercício de trapézio, a arte do equilíbrio.
Tempo para ter. Somos o que temos. Telemóvel, laptop, ipod. Muitos cds, muitos livros. Carro, casa e roupa lavada. Consumo, consumo, consumo. D-i-n-h-e-i-r-o. Sem ele, o tempo não nos vale de nada.
Tempo para saber. Somos o que sabemos. E a sabedoria é o maior tesouro que podemos ter.
Tempo para pensar. Somos o que pensamos… cada vez menos. A autenticidade está em vias de extinção. Mas a criatividade não! Respigar, reciclar, reutilizar são as palavras de ordem do nosso tempo, outras o serão noutro. Mais do que uma realidade, somos uma virtualidade, fruto da emergência de uma sociedade da informação. Somos sempre o link para outra coisa qualquer. E outra, e outra, e outra…
tempo para olhar. Somos aquilo que vemos. Aquilo que mostramos ao mundo e o que retemos dele. Um conjunto de momentos impressos na massa cinzenta colectiva. Orgânica. …ou não? Um chip, uma recordação. Somos uma máquina digital: se saiu mal, apagamos, se ficou bem, arquivamos. Na memória, no cartão, numa parede…
tempo para conhecer. Somos números. Classes, categorias. Classificações. A ciência assim o quis. E a tecnologia permitiu. Um genoma de bites, uma matriz de sentimentos, uma tabela de experiências, uma relação de culturas, um molde de raças, um protótipo de fé. Onde está a verdade? Na verdade… não interessa. Não há tempo! A vida é um improviso.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)























